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9 de jul. de 2013
19 de jun. de 2013
15 de dez. de 2012
Axiologia - Os nossos valores
Axiologia – Os nossos Valores
Oque é realmente importante na vida? Eis uma questão que provavelmente quase todos já fizeram em algum momento de sua jornada.
Em Filosofia Clínica tratamos deste assunto no Tópico 18 – Axiologia, o qual diz respeito aos elementos de valoração. Em outras palavras, se ocupada daquilo que valoramos, como valoramos, por que valoramos, como deixamos de dar valor e como se caracterizam e estruturam esses valores dentro de nós. Trabalha com a “importância” das coisas.
O fato é que muitos não se dão conta que boa parte das vezes o que é valorado na verdade só o é dada a forma que valoramos as coisas, e isso se dá das mais diversas maneiras e formas.
Primeiramente é importante entendermos que cada pessoa valora as coisas de formas diferentes, pois ao longo da vida cada um estruturou seus mecanismos internos de maneira única.
Algumas pessoas valoram pela proximidade, ou seja, elas dão importância para aquilo que lhes é próximo, que está ao seu redor. São pessoas cujos valores são proporcionais ao Tópico 3 da Estrutura de Pensamento (sensorial), então quanto mais essa pessoa puder tocar, puder ver, puder cheirar, sentir, mais isso terá valor para ela.
Outros, no entanto, possuem valores inversamente proporcionais a essa proximidade. Eles valoram coisas que estão distantes. São pessoas cujas coisas e seres que estão próximos normalmente não são considerados importantes. Pessoas essas que normalmente não sabem lidar bem com a proximidade. Lembramos que em Filosofia Clínica não existe um certo ou um errado, um bom ou um mau, essas são apenas as formas como o indivíduo se estruturou ao longo de sua vida.
Outras pessoas valoram por afetividade. Então quando algo tiver um valor sentimental isso lhes será importante. Às vezes um presente dado por um ente querido e que já se foi, às vezes um amor, coisas que lhe tocam emotivamente.
Já algumas pessoas atribuem valor ao trabalho que tiveram para conquistar algo. São pessoas que costumam dizer: eu trabalhei muito para adquirir isso! Eu sofri muito na vida para ter isso e aquilo!
Alguns fazem conectivos, então eles valoram o filho por ele seguir a empresa da família, e este por sua vez tem mais importância do que teria sozinho. Pessoas assim costumam apresentar no discurso fortes vínculos que nomeiam os seus valores, tais como: meu filho é importante, ele também trabalha comigo e me ajuda muito lá.
E claro existem aqueles que valoram por frequência (T12 – Paixões dominantes). Para pessoas assim quanto mais algo se repetir na vida, quanto mais frequente for uma coisa, mais importante isso será. Para pessoas assim é difícil largar uma carreira, uma profissão, e até mesmo uma empresa, uma casa, uma família.
Algumas pessoas valoram por empiria, ou seja, algo lhes tem valor através das vivências que elas tiveram ao longo da sua jornada. Outros, no entanto, valoram os sonhos, aquilo que nunca puderam alcançar.
Não é difícil encontramos exemplos de falas como: quando eu consegui algo que para mim era muito importante eu comecei a sentir um vazio. Isso se dá, pois algumas pessoas compram valores através de pré-juízos (Tópico 5 da EP), então pela família acreditar que aquilo era importante a pessoa o considera importante
Muitos somente consideram algo importante através das suas abstrações, pela forma como imaginavam algo, pelas vivencias abstratas que possuíam. É assim que muitas coisas que nos sonhos são lindas acabam se mostram sem cor e importância quando acontecem ou existem realmente.
Claro, existem aquelas pessoas que introjetam valores para as coisas, ou seja, elas dão valor às coisas simplesmente por dar, não existe um motivo ou uma forma aparente. E existem aqueles para os quais os valores não significam nada, eles querem mais é viver a vida, definem as coisas por outros parâmetros e questões; costumamos dizer nestes casos que a axiologia (os valores) não possuem peso subjetivo para a pessoa, ou seja, não possuem poder de determinancia sobre as coisas.
Algo interessante também de se saber é que muitas pessoas, por terem uma axiologia baseada em valores hierárquicos, ou seja, de graus de importância, acabam caindo em vários problemas. Usos de drogas ocasionadas pelo grande valor que lhe são dadas, por exemplo. Ou os casos nos quais a família é menos importante que o emprego, e etc.
Aqui nós vimos os conceitos e ideias básicas em torno dos valores. Podemos perceber que muitos valores são construídos ao longo da vida de diferentes formas, por diferentes mecanismos.
Muitos problemas ao longo da nossa existência se dão por não compreendermos como valoramos algo e por ceder valores onde estes não deveriam estar.
Se você quer paz para sua vida e sabe que valores são fortes em você, são determinantes, então cuide para não valorar aquilo que te leva por outros caminhos na existência. Aproveite a sua historicidade, o maior depoimento que você pode ter sobre você mesmo, e aprenda como valorar aquilo que lhe é mais adequado e coerente.
por Gilberto Sendtko
Oque é realmente importante na vida? Eis uma questão que provavelmente quase todos já fizeram em algum momento de sua jornada.
Em Filosofia Clínica tratamos deste assunto no Tópico 18 – Axiologia, o qual diz respeito aos elementos de valoração. Em outras palavras, se ocupada daquilo que valoramos, como valoramos, por que valoramos, como deixamos de dar valor e como se caracterizam e estruturam esses valores dentro de nós. Trabalha com a “importância” das coisas.
O fato é que muitos não se dão conta que boa parte das vezes o que é valorado na verdade só o é dada a forma que valoramos as coisas, e isso se dá das mais diversas maneiras e formas.
Primeiramente é importante entendermos que cada pessoa valora as coisas de formas diferentes, pois ao longo da vida cada um estruturou seus mecanismos internos de maneira única.
Algumas pessoas valoram pela proximidade, ou seja, elas dão importância para aquilo que lhes é próximo, que está ao seu redor. São pessoas cujos valores são proporcionais ao Tópico 3 da Estrutura de Pensamento (sensorial), então quanto mais essa pessoa puder tocar, puder ver, puder cheirar, sentir, mais isso terá valor para ela.
Outros, no entanto, possuem valores inversamente proporcionais a essa proximidade. Eles valoram coisas que estão distantes. São pessoas cujas coisas e seres que estão próximos normalmente não são considerados importantes. Pessoas essas que normalmente não sabem lidar bem com a proximidade. Lembramos que em Filosofia Clínica não existe um certo ou um errado, um bom ou um mau, essas são apenas as formas como o indivíduo se estruturou ao longo de sua vida.
Outras pessoas valoram por afetividade. Então quando algo tiver um valor sentimental isso lhes será importante. Às vezes um presente dado por um ente querido e que já se foi, às vezes um amor, coisas que lhe tocam emotivamente.
Já algumas pessoas atribuem valor ao trabalho que tiveram para conquistar algo. São pessoas que costumam dizer: eu trabalhei muito para adquirir isso! Eu sofri muito na vida para ter isso e aquilo!
Alguns fazem conectivos, então eles valoram o filho por ele seguir a empresa da família, e este por sua vez tem mais importância do que teria sozinho. Pessoas assim costumam apresentar no discurso fortes vínculos que nomeiam os seus valores, tais como: meu filho é importante, ele também trabalha comigo e me ajuda muito lá.
E claro existem aqueles que valoram por frequência (T12 – Paixões dominantes). Para pessoas assim quanto mais algo se repetir na vida, quanto mais frequente for uma coisa, mais importante isso será. Para pessoas assim é difícil largar uma carreira, uma profissão, e até mesmo uma empresa, uma casa, uma família.
Algumas pessoas valoram por empiria, ou seja, algo lhes tem valor através das vivências que elas tiveram ao longo da sua jornada. Outros, no entanto, valoram os sonhos, aquilo que nunca puderam alcançar.
Não é difícil encontramos exemplos de falas como: quando eu consegui algo que para mim era muito importante eu comecei a sentir um vazio. Isso se dá, pois algumas pessoas compram valores através de pré-juízos (Tópico 5 da EP), então pela família acreditar que aquilo era importante a pessoa o considera importante
Muitos somente consideram algo importante através das suas abstrações, pela forma como imaginavam algo, pelas vivencias abstratas que possuíam. É assim que muitas coisas que nos sonhos são lindas acabam se mostram sem cor e importância quando acontecem ou existem realmente.
Claro, existem aquelas pessoas que introjetam valores para as coisas, ou seja, elas dão valor às coisas simplesmente por dar, não existe um motivo ou uma forma aparente. E existem aqueles para os quais os valores não significam nada, eles querem mais é viver a vida, definem as coisas por outros parâmetros e questões; costumamos dizer nestes casos que a axiologia (os valores) não possuem peso subjetivo para a pessoa, ou seja, não possuem poder de determinancia sobre as coisas.
Algo interessante também de se saber é que muitas pessoas, por terem uma axiologia baseada em valores hierárquicos, ou seja, de graus de importância, acabam caindo em vários problemas. Usos de drogas ocasionadas pelo grande valor que lhe são dadas, por exemplo. Ou os casos nos quais a família é menos importante que o emprego, e etc.
Aqui nós vimos os conceitos e ideias básicas em torno dos valores. Podemos perceber que muitos valores são construídos ao longo da vida de diferentes formas, por diferentes mecanismos.
Muitos problemas ao longo da nossa existência se dão por não compreendermos como valoramos algo e por ceder valores onde estes não deveriam estar.
Se você quer paz para sua vida e sabe que valores são fortes em você, são determinantes, então cuide para não valorar aquilo que te leva por outros caminhos na existência. Aproveite a sua historicidade, o maior depoimento que você pode ter sobre você mesmo, e aprenda como valorar aquilo que lhe é mais adequado e coerente.
por Gilberto Sendtko
28 de nov. de 2012
Você não vai mais pagar pela ligação que caiu, diz Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), por meio de seu Conselho Diretor, altera uma importante regra do funcionamento das ligações feitas a partir de um telefone celular no Brasil. Com a nova medida, chamadas sucessivas realizadas para um mesmo número serão consideradas uma só para efeito de tarifação.
A ideia é evitar que o consumidor seja prejudicado com o encerramento proposital das ligações por parte das operadoras, prática da qual a própria Anatel acusou a TIM em agosto deste ano. Quando a alteração passar a vigorar, independente do motivo da interrupção da ligação, caso ela seja refeita dentro de 120 segundos a tarifa a ser cobrada será a mesma de uma única ligação.
Quem possui plano que mede as ligações por tempo de uso não sofre nenhuma alteração, pois o tempo cobrado será aquele registrado ao final de todas as ligações. Contudo, quem paga por ligação realizada ganha mais uma proteção contra chamadas interrompidas por falha técnica ou má-fé da operadora.
A nova medida entra em vigor 90 dias após sua publicação no Diário Oficial, o que deve ocorrer em breve.
26 de nov. de 2012
Fotógrafo captura imagem das estrelas com lente olho de peixe [vídeo]
Este incrível vídeo de lapso de tempo mostra o céu em 360 graus e até mesmo a posição de alguns astros importantes.
Existem dezenas de vídeos na internet mostrando o movimento de estrelas, planetas e do braço do Via Láctea vistos no céu do Hemisfério Norte. Porém, poucos são tão bonitos quanto esse logo acima. Para capturar uma visão completa (360 graus) do céu, o fotógrafo francês Stephane Vetter usou uma lente Sigma 8 mm do tipo fisheye — também conhecida no Brasil como “olho de peixe” — e uma câmera Nikon D3 DSLR.
Vetter também teve o cuidado de diferenciar o seu filme ao adicionar o nome dos principais astros celestes visualizados na noite de 17 de novembro, data em que as imagens foram gravadas. Além de estrelas como Sírius, Polaris e a constelação de Ursa Maior, você também pode conferir o rastro deixado pela Estação Espacial Internacional e alguns meteoritos que cruzaram o céu.
A produção também conta com uma trilha sonora bastante propícia e, portanto, aconselhamos o uso de fones de ouvido.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br
3 de nov. de 2012
22 de set. de 2012
Pesquisadores descobrem como apagar os medos da nossa memória
Técnica evita que memórias relacionadas a emoções desagradáveis sejam consolidadas no nosso cérebro.
De acordo com uma notícia publicada pela Universidade de Uppsala, na Suécia, um grupo de pesquisadores descobriu uma forma de apagar os medos que temos armazenados em nosso cérebro, fazendo-os desaparecer de nossa memória.
Segundo os pesquisadores, quando aprendemos algo novo, essa informação fica gravada em nosso cérebro através de um processo chamado de consolidação, que está baseado na formação de algumas proteínas que servem para fixar essa memória.
Quando acessamos essas informações mais tarde, elas se tornam instáveis, sendo estabilizadas novamente através de um segundo processo de consolidação. Conforme explicaram os cientistas, o que na verdade ocorre é que, quando acessamos uma memória, não estamos nos lembrando da informação original, mas sim do que pensamos na última vez em que acessamos essa memória.
Memória da memória
Os pesquisadores acreditam que, ao interromper o segundo processo de consolidação, quando acessamos a informação original, é possível modificar o conteúdo de uma memória. Assim, se os medos são formados quando associamos reações emocionais negativas a alguns eventos que ficaram registrados na nossa memória, ao interferir no processo de “reconsolidação” seria possível evitar que o medo fosse armazenado no nosso cérebro.
Para testar a técnica, os pesquisadores submeteram dois grupos de indivíduos a um experimento no qual criavam medos através de memórias negativas, aplicando choques elétricos enquanto essas pessoas observavam fotos corriqueiras, fazendo com que relacionassem essas imagens a lembranças desagradáveis.
Medo interrompido
Entretanto, durante o processo de reconsolidação da memória, os pesquisadores voltaram a apresentar as mesmas imagens aos participantes, mas sem aplicar os choques em um dos dois grupos. Os cientistas observaram que o processo acabava interrompido nesses indivíduos e que, ao contrário do grupo que voltou a levar choques, essas pessoas não apresentavam mais sensações de medo com relação às imagens.
De acordo com os pesquisadores, a técnica pode, um dia, ser utilizada no desenvolvimento de novos tratamentos, especialmente os dirigidos a distúrbios como fobias, ataques de ansiedade e estresse pós-traumático, evitando que as pessoas se lembrem de seus medos antes que eles se instalem de vez em suas memórias.
Fonte: Universidade de Uppsala e Tecnomundo
12 de set. de 2012
Você já viu uma explosão nuclear submarina?
As inacreditáveis imagens que você acabou de assistir, divulgadas pelo pessoal do site Atom Central no YouTube, mostra a filmagem de alguns testes nucleares realizados pelos Estados Unidos durante a década de 50.
De acordo com um dos câmeras responsáveis por documentar o evento, Pat Bradley, a equipe se encontrava em uma ilha a quatro quilômetros do local no qual as bombas foram detonadas, acreditando estar a uma distância mais do que suficiente para não serem atingidos pelas ondas.
Entretanto, a explosão foi bem maior do que o esperado, criando um paredão de água que chegou a engolir um navio cargueiro que navegava próximo ao local da detonação, além de causar a formação de ondas que cobriram toda a ilha na qual Bradley se encontrava. A equipe conseguiu escapar do mini-tsunami subindo em algumas palmeiras, carregando o pesado equipamento de filmagens consigo.
Veja o que acontece quando uma bomba nuclear é detonada debaixo d’água.
Astrônomo amador flagra meteoro atingindo o planeta Júpiter
O maior planeta do Sistema Solar recebeu uma explosão que poderia ter sido direcionada à Terra.
O planeta Júpiter acaba de sofrer uma grande tragédia, que felizmente foi filmada por alguns astrônomos amadores nos Estados Unidos. Um meteoro atingiu em cheio o maior planeta do Sistema Solar, causando uma explosão que pôde ser evidenciada de uma distância estelar — como é o caso de onde estava o astrônomo que a captou o evento aqui da Terra.
Você pode conferir o acontecimento no vídeo acima, que foi postado no perfil do Flickr de George 1895. O astrônomo amador só descobriu que havia captado a queda do meteoro depois que seu colega Dan Peterson postou em um fórum online de astronomia ter observado uma claridade desconhecida na superfície de Júpiter.
O site Gizmodo aponta para o fato de que pode ser que Júpiter tenha salvado a Terra de uma tragédia de proporções catastróficas. Portanto, podemos dizer que esse vídeo comprova o papel de proteção que o grande planeta exerce em relação ao nosso mundo, devido ao seu dantesco campo gravitacional gerado pela sua própria massa. Obrigado, Júpiter!
31 de ago. de 2012
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